Lupa de Ouro

O Top Team esteve no Oscar da indústria farmacêutica e revela quais laboratórios se destacaram no 35º Lupa de Ouro.

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Os drivers do crescimento
Carlos Grzelak Jr., Sales&Access Director da Glenmark Pharmaceuticals, avalia como positivo o ano de 2011. "Este foi mais um bom ano para a indústria farmacêutica no Brasil, registrando crescimento na casa dos dois dígitos e confirmando as expectativas que tínhamos no início de 2011", destaca. "Genéricos e genéricos de marca foram os drivers do crescimento no mercado retail (farmácias), onde é importante também dar destaque ao vigor do chamado "mercado da beleza" (cosméticos, dermocosméticos, procedimentos, etc,...). Compras crescentes de medicamentos pelo governo e iniciativas como o Farmácia Popular também merecem destaque, pois isto se traduz em melhoria na qualidade de vida da população", acrescenta.


Fusões e aquisições
O executivo avalia que fusões e aquisições continuam ocorrendo em um ritmo forte, "indicando a continuidade da consolidação do setor e incluindo agora a área de redes de farmácias". "Outro ponto a destacar é que mais empresas do exterior vêm abrindo operação no Brasil, como foi o caso neste ano da Amgem (via aquisição da Bérgamo), trazendo em sua esteira o aumento na competitividade e também das oportunidades profissionais", diz.


O que esperar de 2012?
De acordo com o Sales&Access Director da Glenmark Pharmaceuticals, os profissionais da indústria devem, em 2012, estar preparados e serem flexíveis (para não dizer, também, resilientes) o suficiente para se adequarem às novas situações que surgirão dentro de sua própria empresa ou no ambiente externo, bem como para serem bem sucedidos quando forem colocados frente a frente com novos desafios. "Os profissionais que estiverem mais "ligados"/conectados, certamente serão os que vencerão, pois trarão as melhores oportunidades para as empresas em que trabalham. Além disso, estamos em um mercado globalizado e empresas dos mais variados países estão "de olho" no nosso país, portanto, a rede/prospecção de contatos deve ser global e o profissional deve estar (muito) preparado para interagir com pessoas de outros países", finaliza.


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