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Entrevista
"Por que causar desconforto ao paciente sem necessidade?"

Em entrevista exclusiva ao Top Team, Fernanda, que é formada em publicidade pela ECA/USP e tem MBA em Executivo Internacional na FIA, diz que estes profissionais são muito demandados pelo público em geral e que se sentem valorizados ao participar de iniciativas como esta realizadas pela Becton Dickinson no Brasil.
A executiva comenta também estudos que contrariam uma antiga realidade: pessoas consideradas gordas, pelo IMC, precisavam usar agulhas maiores do que as pessoas consideradas magras. Acompanhe a seguir os principais trechos desta entrevista:
Top Team: A BD realiza no Brasil um projeto de visitação às farmácias. Como esta iniciativa funciona?
Fernanda Vilallobos: Compartilhamos com os profissionais de farmácia informações sobre Diabetes, procedimentos e técnicas. Auxiliamos, por exemplo, a evitarem os erros na hora da aplicação e também a fazerem rodízio de locais, prevenindo lesões. Eles são muito demandados pelo público em geral, complementando o trabalho médico, mas têm uma grande carência de informação.
Top Team: Como você avalia os primeiros meses de iniciativa?
Fernanda Vilallobos: Os profissionais já se demonstram muito abertos a receberem informações e dicas para ajudar aos pacientes. Eles se sentem valorizados ao participarem!
Top Team: A BD lançou, não faz muito tempo, a BD Ultra FineTM Nano - 4mm. Quais os diferenciais deste novo produto?
Fernanda Vilallobos: Antigamente, era comum pessoas consideradas gordas usarem agulhas maiores do que as pessoas magras. Para esta classificação, era levado em conta o IMC do paciente. Mas, estudos clínicos realizados nos Estados Unidos derrubaram esta teoria e comprovaram que uma agulha de 4mm é capaz de atingir a região subcutânea e aplicar insulina no tecido correto. Por que, então, causar desconforto ao paciente sem necessidade?
Top Team: Como foi a receptividade da classe médica e dos profissionais de farmácia?
Fernanda Vilallobos: Muito positiva. Com a agulha de 4mm, o paciente não precisa fazer prega cutânea e ainda sente menos dor no momento da aplicação por utilizar um produto mais fino e menor.
Top Team: Os hospitais também são um mercado importante para a BD. Como a empresa trabalha este segmento?
Fernanda Vilallobos: Lançamos um portfólio de seringas para aplicação de insulina, proporcionando segurança ao profissional de saúde, que sempre se preocupa com os pacientes. Para se evitar um acidente ou contaminação, há um dispositivo de segurança.
Top Team: Para finalizar, como está sendo a parceria com a pharmexx Brasil?
Fernanda Vilallobos: Os resultados do projeto de visitação estão indo muito bem. Temos uma relação de confiança! A liderança da pharmexx, juntamente com sua equipe, está muito envolvida no projeto, com engajamento, comprometimento e rapidez em corrigir algum desvio. Este é um grande diferencial da empresa.
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