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Notícias

Samsung investe em medicamentos A maior empresa da Coreia do Sul está investindo pelo menos US$ 2 bilhões em biofármacos, incluindo o crescente segmento de biossimilares, que são mais baratos do que as versões de marca de medicamentos biotecnológicos que perderam a proteção de patentes. No coração desses planos estão os biossimilares. A Samsung planeja vender sua primeira versão biossimilar do Enbrel, tratamento da artrite da Amgen Inc., em 2016 na Europa, e uma versão do Remicade, o tratamento da Johnson Johnson contra doenças autoimunes, em 2017, de acordo com Ko. Uma unidade separada, chamada Samsung Biologics Co., tem contratos para fabricar remédios biológicos para empresas farmacêuticas de marca.
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Bayer compra unidade de consumo da Merck por US$ 14,2 bi Um comunicado conjunto revelou que a multinacional farmacêutica americana Merck vai vender sua unidade de bens de consumo e saúde para a alemã Bayer. O valor, US$ 14,2 bilhões, é mais um dos negócios multibilionários anunciados desde que a Novartis anunciou a compra da divisão de oncologia da GlaxoSmithKline por US$ 14,5 bilhões. O negócio traz vantagens para as duas partes – inclusive com parcerias para a pesquisa e o desenvolvimento de novos medicamentos contra doenças cardíacas. A Merck diz que ao se desfazer da divisão poderá concentrar-se nas áreas em que é mais forte, incluindo na produção de drogas contra o câncer, diabetes e vacinas.
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Plataforma Multi-Canal de Propaganda Médica é case Internacional Os resultados alcançados pela CSO brasileira Pharmexx utilizando uma plataforma Mutli-Canal de propagandistas despertou tanto interesse dentro do grupo Ashfield ( CSO multinacional britânica ) que a mesma sera apresentada em forma de “case” na próxima reunião do grupo em Londres. Cauê Rossetti e Elilson Antonio estarão representando a Pharmexx, em Junho na próxima reunião de Desenvolvimento de Negócios a qual irá reunir representantes de 23 países diferentes.
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Lundbeck vai comprar Chelsea Therapeutics A Lundbeck entrou num acordo definitivo para adquirir a Chelsea Therapeutics por 7,94 dólares por ação, ou cerca de 658 milhões de dólares, anunciaram as empresas. Ulf Wiinberg, CEO da Lundbeck, destacou que o negócio, que dá à companhia os direitos do tratamento Northhera (droxidopa) para a hipotensão ortostática neurogénica «está em linha com os nossos esforços de abordagem de distúrbios neurológicos raros, citou o “Firstword”.
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Criado nano-chip capaz de detectar câncer em fase precoce Uma equipe internacional de investigadores dirigida pelo Instituto de Ciências Fotónicas (ICFO) de Castelldefels (Barcelona) anunciou ontem que desenvolveu um nano-chip capaz de diagnosticar um câncer em fase precoce. O professor Romain Quidant, coordenador do projeto, explicou que se trata de uma plataforma capaz de detectar vestígios de proteínas de cancro no sangue através dos últimos avanços em plasmónica, microfluídos, nanofabricação e química de superfícies. De acordo com Quidant, agora é possível «detetar concentrações extremamente baixas desses vestígios numa questão de minutos, o que faz deste dispositivo uma ferramenta de última geração, ultrassensível e poderoso que melhorará a detecção precoce e o tratamento do câncer.
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Boston Scientific vai pagar 415 milhões de dólares por divisão da Bayer A Boston Scientific vai gastar 415 milhões de dólares na aquisição da divisão Interventional da Bayer. Segundo a “Associated Press”, a Boston Scientific comentou que esta transação vai melhorar o acesso a mais de 27 milhões de pessoas em todo o mundo que sofrem de doença coronária e doença vascular periférica. Esta divisão conta atualmente com 350 funcionários. A Bayer adiantou que este negócio vai permitir que a sua unidade healthcare foque no crescimento dos seus segmentos de radiologia e cuidados com a diabetes. A companhia espera que esta transação esteja concluída durante o segundo semestre deste ano.
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HC e InRad produzem radiofármaco para diagnóstico de Alzheimer O Centro de Medicina Nuclear do Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-USP) anunciou esta semana a conclusão do estudo pré-clínico em ratos do Carbono 11 (molécula PiB ou composto B de Pittsburgh), radiofármaco produzido pela primeira vez no Brasil que auxilia no diagnóstico mais preciso da doença de Alzheimer. A equipe é coordenada por Carlos Alberto Buchpiguel e por Daniele de Paula Faria. O próximo passo é a validação de todo o processo para poder utilizar este radiofármaco em pacientes.
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Johnson & Johnson anuncia nova colaboração com o Serviço Mundial de Fármacos da Parceria Stop TB para facilitar o acesso a medicamentos contra tuberculose A Johnson & Johnson anunciou que sua afiliada Janssen iniciou uma nova colaboração com a Stichting International Dispensary Association ( IDA ), um agente de compras do Global Drug Facility (GDF ) da Parceria Stop TB, para facilitar o acesso a seus medicamentos contra a tuberculose. Mais de 130 países de baixa e média renda, poderão, a partir de agora, adquirir este novo medicamento contra a tuberculose por meio dos processos de aquisição do GDF e sua agente, a IDA.
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AstraZeneca rejeita última proposta da Pfizer A Pfizer ofereceu 85 milhões de euros pela britânica, que rejeitou a oferta dizendo que o valor é demasiado baixo e que a operação traria riscos para os acionistas e prejudicaria o desenvolvimento da Ciência. A AstraZeneca rejeitou a proposta de compra de 69,4 mil milhões de libras (117 mil milhões de euros) da Pfizer, defendendo que esta é muito baixa e que não reflete o valor de medicamentos experimentais que a farmacêutica britânica tem em pipeline.
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Novartis compra unidade de medicamentos oncológicos da GSK por 14,5 mil milhões de dólares A Novartis anunciou uma série de negócios, que envolvem milhões de dólares, que apontam para uma reformulação da empresa. A Novartis anunciou que comprou a unidade de medicamentos oncológicos da GlaxoSmithKline (GSK) por 14,5 mil milhões de dólares (10,5 mil milhões de euros). Ao mesmo tempo, a farmacêutica suíça anunciou a venda do negócio de vacinas, excluindo a da gripe, à GSK por 7,1 mil milhões de dólares, mais royalties. E os negócios anunciados não ficam por aqui. A Novartis também chegou a acordo com a Eli Lilly, tendo vendido a esta última empresa a unidade de medicamentos para animais por 5,4 mil milhões de dólares, revelou a empresa, citada pela imprensa internacional.
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Fontes: Firstword / Reuters / Agência Internacionais / Grupo pharmexx
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