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Notícias

Pfizer mira aquisição da gigante GSK São fortes e densas as notícias sobre a possível compra da GSK pela Pfizer, num negócio que pode movimentar algo como US$ 180 bilhões. Analistas especializados no segmento da saúde, veem ainda espaço para uma nova rodada de negociações com a Astra Zeneca, a qual recusou uma oferta de US$ 100 bilhões da Pfizer há pouco tempo atrás. Esse apetite da Pfizer, além do incremento do seu portfólio de produtos, é decorrente do ganho com a redução de impostos da legislação Britânica. Se novamente falhar em adquirir uma grande empresa inglesa, esse “movimento de compra” pode ainda ser direcionado para a Shire ou Perrigo, apontam analistas da Bloomberg.
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Novos investimentos da Chiesi no Brasil A Chiesi Farmacêutica, com sede na Itália, desenvolverá um programa de investimentos de cerca de R$ 25 milhões no Brasil. Parte do aporte será destinada à transferência de uma linha de produção de spray nasal de Parma para a região metropolitana de São Paulo, em Santana de Parnaíba, onde o grupo tem uma planta. O medicamento deixará de ser fabricado na Itália. "Optamos por adotar uma estratégia de investimento na planta brasileira, que ainda tem área disponível.", diz o presidente da empresa no país, José Fernando Albertini de Almeida. A companhia pretende dobrar seu faturamento no país até 2020. O Brasil é hoje o sexto maior mercado para a companhia -depois de Itália, Alemanha, Estados Unidos, França e Espanha- e deverá passar para a quarta colocação em cinco anos. "Comparativamente com outros países, o Brasil continuará indo melhor. O setor farmacêutico no país deverá voltar a crescer de forma mais acelerada em 2017." afirma Almeida.
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Pharmexx Brasil inicia programa de expansão LatAm Com seu plano de negócios revisado e aprovado pela holding Inglesa, UDG – Ashfield, a empresa multinacional de serviços voltados à Indústria Farmacêutica, irá expandir nos próximos 3 anos através do lançamento de novos serviços no Brasil, bem como da expansão de sua atuação além do Brasil e Argentina na América Latina. “Já estamos bem adiantados para o lançamento da Divisão de Suporte ao Paciente e de Marketing Digital, com lançamentos previstos para o final desse semestre”, afirma Cauê Rossetti que esta á frente da implementação de novos negócios no Brasil. “Pretendemos dobrar de tamanho nesse período”.
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Sanofi lança insulina inalável nos EUA O laboratório Sanofi lançou uma insulina em pó inalável. O produto já tinha sido aprovado pela Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) em Junho de 2014. Chamado Afrezza®, o medicamento deve ser inalado com a ajuda de um pequeno inalador de fácil uso. O Afrezza® não deverá ser usado em pacientes com asma ou por aqueles que sofrem de certas complicações do sistema respiratório. Também não é recomendado para fumantes ou ex-fumantes. Uma outra insulina inalável produzida pela concorrente Pfizer chamada Exubera foi aprovada em 2006, mas deixou de ser vendida logo depois. O inalador era grande e desajeitado e os pacientes acabaram por desistir de usá-lo, desencorajados pelos testes de função pulmonar periódicos a que tinham de se submeter.
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Johnson & Johnson Medical e Google firmam parceria para o progresso da cirurgia robótica A Johnson & Johnson Medical, por meio da marca de equipamentos e dispositivos médicos Ethicon, anunciou a assinatura de uma parceria com o Google, visando o progresso da cirurgia robótica para beneficiar cirurgiões, pacientes e os sistemas de saúde como um todo. As empresas reunirão suas capacidades, propriedade intelectual e experiência para criar uma inovadora plataforma de cirurgia assistida por robótica capaz de integrar tecnologias avançadas, com o objetivo de melhorar a prestação de cuidados de saúde nos centros cirúrgicos. A parceria foi facilitada pela Johnson & Johnson Innovation na Califórnia. A conclusão da transação está sujeita à aprovação no âmbito do Hart-Scott-Rodino Antitrust Improvements Act e de outras condições habituais. A transação deverá ser concluída durante o segundo trimestre de 2015. Os termos financeiros não foram divulgados.
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Pfizer deixa de vender a vacina Prevenar na China A empresa farmacêutica Pfizer Inc disse que vai deixar de vender vacinas para a China, depois de não ter sido renovada a licença de importação de um dos seus tratamentos mais vendidos - a única vacina vendida no país. O representante da Pfizer, de acordo com a “Reuters” recusou explicar os motivos que levaram a China a optar por não renovar a licença para adquirir a Prevenar, um tratamento antibacteriano. Esta decisão surge num momento em que a farmacêutica atravessa grandes dificuldades em obter aprovações para os seus medicamentos na China, o segundo maior mercado de fármacos do mundo. Os responsáveis da Pfizer dizem que o processo de introdução de medicamentos no mercado Chinês se tornou mais burocrático.
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Medicamento para hepatite C tem registro liberado pela Anvisa A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu o registro do sofosbuvir, indicado para o tratamento da hepatite C crônica. Este é o terceiro medicamento aprovado pela agência em 2015, após o registro do daclatasvir – em janeiro –, e do simeprevir – em março. Juntos, eles compõem um novo e eficiente tratamento para a doença disponível no mundo, com um percentual de cura de cerca de 90%. A expectativa é que os medicamentos sejam disponibilizados no Sistema Único de Saúde (SUS) até o final deste ano. O Brasil será um dos primeiros países a adotar as novas tecnologias na rede pública de saúde. As novas opções terapêuticas proporcionam tempo reduzido de tratamento – de um ano, em média, para três meses –, redução da quantidade de comprimidos, além da vantagem de serem de uso oral. A expectativa é que o novo tratamento beneficie 60 mil pessoas nos próximos dois anos.
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Sun Pharmaceutical conclui aquisição de Ranbaxy A Sun Pharmaceutical anunciou a conclusão da fusão com a Ranbaxy, anteriormente anunciada, criando a quinta maior empresa dedicada a medicamentos genéricos. O presidente da Sun Pharma, Israel Makov realçou que «esta união vai melhorar a nossa posição dominante no contexto dos genéricos. De acordo com a Sun Pharma, a farmacêutica, resultante da fusão, vai concentrar-se no aumento da produtividade em I&D com o intuito de introduzir produtos inovadores e «fortalecer o crescimento do negócio» nos EUA, Índia e no resto do mundo.
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Fontes: Firstword / Reuters / Agência Internacionais / Grupo pharmexx
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