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Maria Isabel de Almeida Prado, diretora farmacêutica da Boiron, pede que as autoridades sanitárias revejam a regra para o registro dos medicamentos homeopáticos.
Licitações: e os homeopáticos?
"As indústrias alopáticas fornecem medicamentos ao governo, através das licitações públicas, mas no caso da homeopatia, além de contarmos com poucas indústrias, a norma para o registro de medicamentos homeopáticos, publicada em 2007, colocou uma barreira, quase intransponível para o registro e, consequentemente, para o acesso aos medicamentos homeopáticos para o cidadão brasileiro", defende Maria Isabel de Almeida Prado, diretora farmacêutica da Boiron.
Sem efeitos colaterais
As autoridades sanitárias precisam, de acordo com a diretora, rever "a regra para o registro dos medicamentos homeopáticos, no que diz respeito a tarjar os produtos em função de uma determinada dinamização (concentração)".
"A característica intrínseca da homeopatia é justamente o baixo, para não dizer nulo, risco sanitário. Os cursos de formação para médicos e farmacêuticos precisam ser repaginados, pois os tempos são de busca de resultados rápidos, no aprendizado e na aplicação do conhecimento adquirido. Uma especialização em homeopatia toma três anos do médico, aos finais de semana, o que justifica, em parte, o esvaziamento dos cursos no Brasil", acrescenta Maria Isabel.
O impacto Boiron no Brasil
"O mercado brasileiro está vivenciando uma nova maneira de apresentação da homeopatia em função de nossa estratégia marcantemente pró-ativa", finaliza a diretora da Boiron.
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António Alberto Rodrigues já trabalhou no Brasil, Argentina, Equador e Colômbia. Hoje, comanda a Roche em Portugal. Com exclusividade ao Top Team, o executivo conta detalhes de sua trajetória, dá algumas dicas para quem quer seguir carreira na indústria farmacêutica e defende: "no Brasil existe um espaço maior para a criatividade do que em Portugal". Clique e leia.

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