Oscar Wilde já dizia: “dar um bom nó de gravata é o primeiro passo sério na vida de um homem”. Para esclarecer algumas dúvidas, o Top Team
conversou com o especialista Luis Dantas, que oferece abaixo dicas
essenciais. Acompanhe:
Nó de gravata para ir ao trabalho:
“Eu recomendo o Meio-Windsor ou alguma de suas variantes, pois tem um bom equilíbrio entre apresentação e facilidade de uso”

Nó de gravata para ir a uma festa:
“Se for uma festa normal, também o Meio-Windsor. Se for algo mais descontraído, o nó americano (Four-in-hand) tradicional pode servir. Mas em minha opinião o melhor seria o nó ordinário francês, que pouca gente conhece e que é mais simples do que o americano e também mais
simétrico”.

O nó simples:
“No fundo, ele é simplesmente um nó comum em volta da ponta mais
estreita da gravata. Observe que há elementos comuns a todos os nós de gravata e aprendam quais são esses elementos. Todos os nós de gravata envolvem a movimentação da ponta mais larga da gravata para formar um triângulo apontando para baixo, e todos terminam da mesma forma, com o movimento para dentro da volta anterior e para baixo”.

Outros tipos de nós:
“Alguns começam com a costura interna visível (nó ordinário, nó de Shelby), mas a maioria (nó americano, nó de Windsor) começa com a costura oculta, voltada para o corpo”.
De olho na etiqueta
O consultor de moda Gustavo Sarti recomenda que o leitor do Top Team sempre verifique na etiqueta da gravata qual é a composição do produto. Para ele, o ideal é que seja 100% lã ou 100% seda. Além do consumidor ter essa preocupação, o especialista orienta para que o executivo não faça o nó hoje para usar a gravata amanhã com a intenção de evitar
transtornos. “Seus problemas só aumentarão, pois terá que desfazer o
nó para passar a gravata e fazê-lo novamente”, analisa Sarti.
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