
AstraZeneca e BIND Therapeutics entram em acordo de nanomedicina aplicada ao câncer. A AstraZeneca entrou num acordo, que poderá valer potencialmente cerca de 200 milhões de dólares, com vista ao desenvolvimento e comercialização de um tratamento de nanomedicina aplicada ao câncer usando a tecnologia da BIND Therapeutics. Já este ano, a BIND Therapeutics tinha assinado colaborações similares com a Amgen e a Pfizer. Esta última parceria vai focar-se num tratamento molecular de inibidores da quinase, que demonstrou atividade contra o cancro mas registou problemas de toxicidade na fase de desenvolvimento clínico. O medicamento poderá ser usado no tratamento de cânceres hematológicos e tumores sólidos e poderá entrar em ensaios clínicos dentro de 12 a 18 meses.
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MSD e Bristol-Myers Squibb firmam parceria para conduzir ensaio de fármacos para Hepatite C A MSD e a BMS anunciaram um acordo não exclusivo sobre um ensaio de fase intermediária de um regime de tratamento de combinação oral de dose única diária do daclatasvir e MK-51722 para o tratamento do genótipo 1 da Hepatite C crónica. O medicamento experimental daclatasvir é um inibidor do complexo de replicação NS5A, enquanto que a terapia experimental MK-51722 é um inibidor da protéase NS3/4A.
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Diminuição de margens força crescimento no Brasil A pharmexx Brasil direciona investimentos na ampliação de seu quadro de profissionais para crescer 38% em 2013. "Estamos preparados para repetir o mesmo crescimento de 2012 como forma de compensarmos a queda nas margens de contribuição que o segmento CSO tem vivenciado no Brasil" afirma Cassio Rossetti gerente geral da pharmexx no Brasil. A empresa presta serviços especializados na geração de demanda e gerenciamento de pacientes crônicos para a Indústria Farmacêutica.
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Roche e Isis Pharmaceuticals vão desenvolver tratamentos para a doença de Huntington A Roche e a Isis Pharmaceuticals anunciaram um acordo, no valor potencial de 390 milhões de dólares, que visa o desenvolvimento de tratamentos para a doença de Huntington com recurso à tecnologia de oligonucleotídeos antisense. Adicionalmente as empresas planeiam combinar a mencionada tecnologia com o programa da Roche “brain shuttle”, com a finalidade de aumentar a penetração dos medicamentos antisense no cérebro depois de administração sistémica.
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GSK e A*STAR vão desenvolver novos medicamentos destinados a mercados emergentes A GlaxoSmithKline (GSK) e o A*STAR – Institute of Chemical Engeneering and Sciences (ICES) estão trabalhando em conjunto no desenvolvimento de novos fármacos destinados a mercados emergentes. A colaboração, prevista por um período de cinco anos, vai-se focar no desenvolvimento de novas formulações baseadas em evidências para ampliar os benefícios aos pacientes.
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Astellas e Ambrx estabelecem acordo na área oncológica A Astellas entrou num acordo com a Ambrx que poderá valer cerca de 300 milhões de dólares e visa a descoberta e desenvolvimento de novos anticorpos conjugados em oncologia, adiantaram as companhias. David Stover, responsável pela unidade Agensys da Astellas, apontou que a empresa «tem uma experiência significativa com anticorpos conjugados na terapêutica oncológica e prcura expandir ainda mais as suas capacidades nesta área.
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Pfizer e Bind Therapeutics estabelecem acordo na área da nanotecnologia A Pfizer vai pagar à Bind Therapeutics 210 milhões de dólares para desenvolver medicamentos recorrendo à sua plataforma nanotecnológica. As empresas vão colaborar numa fase pré-clínica de trabalho e a Pfizer tem a opção de dar continuidade ao desenvolvimento dos compostos que seleccionar, indicou a Bind Therapeutics,. Esta empresa poderá receber um pagamento adiantado de cerca de 50 milhões de dólares e mais 160 milhões de dólares que estão dependentes do cumprimento de determinados objetivos.
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Gamida Cell vai reunir-se com EMA e FDA devido a tratamento com células estaminais As israelita Gamida Cell, que se dedica ao desenvolvimento de tratamentos com células estaminais, tenciona encontrar-se, nos próximos meses, com a Agência Europeia do Medicamento (EMA) e a Food and Drug Administration (FDA) para discutir os aspectos regulamentares relacionados com aprovação do tratamento StemEx. O StemEx é utilizado como parte de um regime de transplante para os pacientes com elevado risco de leucemia e linfoma. Os ensaios de fase II e III demonstraram, segundo a empresa, que o tratamento melhora a sobrevivência em 100 dias após o transplante. O StemEx está sendo desenvolvido no âmbito de uma joint-venture entre a Gamida Cell e a Teva Pharmaceutical Industries e está à procura de um parceiro estratégico para a comercialização global do StemEx.
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