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Jogo Rápido
Atitude pró-ativa versus postura reativa
"O executivo que tem o conhecimento e sabe fazer uso de análise competitiva de propriedade intelectual (Intellectual Property Competitive Analysis) torna-se um diferencial para empresas que pretendem desenvolver produtos acompanhando as tendências tecnológicas em uma atitude pró-ativa em vez de uma postura reativa". A opinião é de Robert Frederic Woolley, Coordenador de Novos Negócios do Cristália e Professor de Pós-Graduação na ICTQ. O executivo já trabalhou também como Senior Innovation Researcher na Cristália e como Patent scientific consultant na Dannemann, Siemsen, Bigler & Ipanema Moreira.
Demandas futuras do mercado farmacêutico?
"A análise competitiva de Propriedade intelectual permite prever com a antecedência necessária as demandas futuras do mercado farmacêutico, produtos e tecnologias que vão cair em domínio público, lançar produtos com tecnologia própria por design arround (tecnologia não-infringente de patente de produto referência), proteger tecnologias, além de gerar e administrar marcas que agregam valor aos produtos e a empresa", destaca Woolley. "O mercado farmacêutico mundial vive a transição de tecnologia de moléculas sintéticas para produtos biológicos. Neste intermédio, ter o know-how de realizar análises de patentes para fins competitivos e gerenciar marcas e ativos intelectuais torna-se mais do que um diferencial para os executivos desta década na geração de valor e resultados", acrescenta.
Carências do mercado?
De acordo com o Coordenador de Novos Negócios do Cristália, há no mercado uma carência de profissionais com perfil empreendedor e gestão de projetos. "Temos formado muitos profissionais executores e poucos gestores e executivos. Um profissional de sucesso tem de saber observar o cenário nacional e mundial em que está inserido a fim de organizar, planejar e desenvolver as melhores práticas, novos mercados e produtos", finaliza o executivo.
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